domingo, 4 de janeiro de 2015

A esperança

A esperança pode até ser a última que morre...mas eu espero que ela só deixe de existir quando produzir o fruto do que se deseja.

Esperar, esperar e esperar. Quando começar a se preocupar?

Quando todas as suas atitudes em função de resolver ou obter o que espera já falharam...

Aí entra o que aborrece os ateus:  _ Deus.



sábado, 3 de janeiro de 2015

Nada é destinado...algo sempre pode mudar!

'Às vezes pensamos que os problemas parecem com um rolo compressor, parece que nada muda, por mais que se persista em buscar caminhos para isso. Surge então, aquela sensação de impotência, aquela certeza de que ninguém realmente se importa, e quando parecem se importar, não é sincero,
porque há um certo prazer em ver sua condição desfavorável ou de achar que não tem uma vida, porque em troca será um bem na mão do "fiel depositário" e nada mais. Sim, é triste. 

É uma sensação horrível de descobrir que muitas coisas sobre Deus, a amizade, a solidariedade e a humanidade são balelas..puras mentirinhas...nada verdadeiro. E que parece um fardo, um destino cruel você viver uma situação pesada e desmerecedora assim...
Nesta hora, não se deixe vencer pelo cansaço de buscar uma saída e não ver, de esperar por uma ajuda e não ter aquilo que precisa para evitar que fique em saias justas, sentindo-se um incômodo e também incomodado(a) por estar no "beco sem saída" e não conseguir fazer nada...mas o pior é estar nele sem luz...

Deixe que a esperança, a fé no Criador Sábio, seja a sua luz. E ainda que seja na forma do que lhe parece impossível, acredite, que a saída para tudo o que está vivendo virá. Ainda porquê, o Criador tem os seus enviados...'

Um ótimo sábado!





sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Para refletir e jamais desanimar!



O MONGE O ESCORPIÃO, uma parábola chinesa



O MONGE E O ESCORPIÃO



     Um monge e seus discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o temível bicho na mão. Quando o trazia para fora do rio, o escorpião, ingrato, o picou. 

Devido à dor, o monge deixou-o cair novamente no rio. Mas, mesmo assim, foi à margem, pegou um ramo de árvore, voltou outra vez pela margem, entrou no rio, resgatou o maldito escorpião e o salvou. 

Em seguida, juntou-se aos seus discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e também, penalizados...

Nisso, perguntaram:

     — Mestre, o Senhor deve estar muito doente! Por que foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda: picou a mão que o salvava! Não merecia sua compaixão! 

     O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:

— Ele agiu conforme sua natureza e eu de acordo com a minha.


Moral da estória: O bom é bom, e o mau é mau, ainda que queira dissimuladamente parecer inofensivo. Nem um nem o outro pode mudar a sua Natureza.